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SANTACONSTANCIA ENTREGA AO MERCADO RESULTADO DO ESTUDO CIENTÍFICO QUE IDENTIFICOU O TOP IDEAL PARA MULHERES CORREDORAS!

Ciência e tecnologia caminham juntas. É baseada nesta crença que a Sta., em parceria com a Compasso Instituto Médico, uniu uma equipe multidisciplinar (fisiatras, fisiologista, dermatologista, radiologista e engenheiro),liderada pelo Dr. Felipe Alloza, mestre em Ortopedia e Traumatologia e Pós Graduado em Medicina Desportiva, com a finalidade de realizar um estudo científico para identificar o impacto da corrida nas mamas e como combater e minimizar esses efeitos indesejáveis pelas mulheres. O iTOP® teste teve a duração de quatro anos de trabalho e permitiu que o Brasil dispusesse oficialmente de um conteúdo que possibilitará as marcas esportivas desenvolverem o top ideal para corrida.

O estudo foi realizado em etapas com um grupo de mulheres isentas de cirurgias plásticas na região dos seios e praticantes de corrida regular, em assessorias esportivas em São Paulo. Dados biométricos e demográficos e sua relação com a atividade esportiva foram levados em consideração. O primeiro estágio buscou entender o que este público desejava e usava quando se tratava de um top para correr. Conforto e sustentação apareceram, pelas pesquisas, como itens mais relevantes que beleza e design. O teste deixou bem claro que o balanço das mamas, seguido por atrito, calor e dor miofascial são sensações muito incômodas e indesejadas pelas mulheres durante a prática da corrida.

Em um segundo momento, a pesquisa evoluiu para uma parte mais prática, onde foram comparados três tops: um simulava a situação de ausência de suporte; outro era um soutien esportivo com encapsulamento para melhor sustentação das mamas e muito utilizado por atletas fora do Brasil; e o último se tratava de um top esportivo com compressão. As seguintes variáveis foram avaliadas com as peças: dor miofascial no músculo trapézio, irritações nos mamilos e regiões próximas, oscilação das mamas, troca de calor com o meio ambiente, função respiratória e consumo de oxigênio.

Os testes revelaram que, embora o visual dos tops seja importante, é fundamental que o produto seja confortável e acompanhe as dimensões do corpo de cada mulher. Notou-se também que as variáveis de ventilação pulmonar e frequência cardiorrespiratória durante o exercício não indicaram mudanças significativas relacionadas com o uso dos suportes testados.

Registrou-se também que os modelos estruturados (o soutien e o top esportivo) tiveram melhor desempenho que o suporte sem encapsulamento e compressão pois minimiza o balanço dos seios durante a corrida. Para as costas, a modelagem em “X” ou nadador foi a mais indicada, já que este design resultou na atenuação da dor miofascial após a prática da corrida por melhor distribuir a carga e pressão das alças sobre os ombros.

Outra sugestão vinda do iTOP® foi evitar tecidos ásperos, grosseiros e pesados, assim como modelos com bojos, que criam obstáculos à transpiração e geram mais calor durante os exercícios. “O desconforto das mamas durante a corrida está muito ligado ao tecido usado nos tops. A peça precisa oferecer toque agradável e respirabilidade em contato direto com a pele sensível dos seios, não desenvolver mau cheiro provocado pela proliferação de bactérias a partir do suor e ter compressão com sustentação sem apertar em excesso”, afirma Gabriella Pascolato Costa, diretora da Sta..

Com o resultado em mãos, chegou-se à conclusão que o top ideal para corrida seria a união do top esportivo com compressão com o soutien esportivo com encapsulamento. A partir destas informações, a equipe Santaconstancia passou a trabalhar com protótipos em diferentes tecidos, modelagens e tecnologia, ainda não existente no mercado, com compressão para minimizar o balanço dos seios, que não esquentasse, causasse atritos e nem aumentasse a dor miofascial e possuísse sustentação por encapsulamento. Estes protótipos foram chamados de Topien®, uma mistura de top com soutien, e ficou em desenvolvimento por mais de dois anos, sendo o protótipo do estudo finalizado em 2011. Após sua conclusão, deu-se início à terceira fase de testes.
Juntamente com a equipe médica da Compasso, o protótipo e o soutien que simulava a ausência de suporte foram avaliados. O objetivo era checar se o Topien® estava respondendo aos resultados da segunda fase do estudo. Felizmente, a conclusão foi positiva em todos os aspectos, como conta Gabriella: “Ele pôde minimizar a pressão que causa a dor miofascial devido ao modelo nadador com alças largas. Por ter sido feito com fio de poliamida, a troca de calor com o meio ambiente se deu de melhor forma e não houve problemas dermatológicos por atrito e abrasão nos seios. Ainda, observou-se a redução de 28% da oscilação das mamas na direção lateral e 22% na vertical, durante a corrida”.

Algumas empresas brasileiras tiveram acesso ao estudo e, hoje, a marca nacional SKARP, da engenheira e esportista Juliana Ikeda, traz o primeiro top que segue este protocolo de estudo da Santaconstancia. O Top X SKARP é confeccionado com o tecido Compress®, indicado pelo estudo, e não possui etiquetas costuradas, justamente para evitar qualquer elemento que possa incomodar durante o exercício. A ausência de aro de sustentação também é um diferencial do produto. “O aro foi substituído por uma técnica de fusionamento de tecidos, tecnologia especialmente desenvolvida pela empresa brasileira Universe, que, observando as conclusões do protocolo médico, posicionou sulcos internos ao redor do aro fusionado para facilitar a passagem do suor”, explica José Favilla, consultor têxtil da Santaconstancia. O Top X SKARP pode ser encontrado na loja virtual: www.skarp.com.br.
O iTop® teste reforça o pioneirismo da tecelagem, cuja principal missão é desenvolver tecidos que atentam ao comportamento da mulher contemporânea com vida agitada e estressante, mas preocupada com o bem-estar, saúde e estilo, nos segmentos fashion e esportivo.

Postado em: 08/06/2012

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