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LIZ TAYLOR

Nunca é tarde para homenagear Elizabeth Taylor, a inglesa naturalizada norte-americana que foi uma das atrizes mais bonitas e famosas de todos os tempos falecida há menos de um mês. Ela começou a atuar na infância e brilhou com seus olhos cor de violeta e cabelos cabelos pretos ondulados nas telas. Nunca houve niguém parecida com Liz Taylor que viveu diante das câmeras, em cena ou fora dela.

Essa estrela icônica foi personagem de si mesma em seus 79 anos de vida. Dona de uma beleza tão rara que era a encarnação de toda idealização de mulher já feita. Não à toa ela imortalizou através de seu physique de rôle figuras como Cleópatra e no auge de sua juventude e forma física não era nem a mulher magérrima, nem a curvilínea demais. Teve sorte de viver num momento em que a magreza não era o padrão de corpo e teve seu corpo natural admirado por todos os homens, invejado por todas as mulheres.

Sua vida amorosa sim, foi um tanto quanto tumultuada e contribuia para intrigar mais ainda o público e seus inúmeros casamentos apimentaram e deram aquela dose dramaticidade na vida da atriz que ganhou 2 Oscars e foi 3 vezes indicada ao maior prêmio do cinema.

Ah, e os diamantes… Eles foram, ao lado de Michael Jackson, sem dúvida, os melhores amigos de Liz Taylor, que chegou a batizar um perfume de sua grife de “White Diamonds”.

Destaco dentre os mais de 70 filmes em que ela atuou a personagem a “Maggie, the cat”. Em “Gata em Teto de Zinco Quente” ela mostrou naturalmente o que não era muito comum ver no cinema: cenas despretensiosas com a atriz de lingerie e imediatamente colocou na moda o sutiã pontudinho.

Sempre vestida comme il faut, ela gostava de vestidos em cetim daqueles bem glamourosos e foi retratada inúmeras vezes nos anos 50 usando essas peças acinturadíssimas com diversas saias de tulê por baixo de uma saia principal. Linda!

Em 1983, com 51 anos ela admitiu publicamente que era viciada em remédios e bebida e foi se internar pela primeira vez na Califórnia. E o “rehab” até rendeu à Liz um casamento, acredita?

Mas Liz foi incrível dentro de toda a loucura dela: angariou fundos para o tratamento de pessoas com HIV, resistiu à retirada de um tumor no cérebro, fez uma festa de casamento em “Neverland” e tuitou pelo seu @DameElizabeth que não autorizou o remake do filme Cleópatra e ainda decretou a respeito da disputa das atrizes pelo papel que ela imortalizou no cinema: “Ninguém pode ser Elizabeth Taylor, a não ser Elizabeth Taylor. Pelo menos não até eu morrer…”

No dia anterior sua morte foi comentado na mídia que a atriz Angelina Jolie fará a nova mais antiga rainha do Egito: Cleópatra. Meus pêsames.

Liliane Ferrari
Postado em: 04/04/2011

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